• Luiza Carvalho

A experiência de escrever um livro-reportagem #DiárioTCC


Oi pessoal, tudo bem? É com muita alegria, e já sentindo saudade, que vou contar hoje os detalhes de como foi escrever um livro-reportagem. Este é o último post da série #DiárioTCC e, como vocês viram anteriormente, meu trabalho foi aprovado com nota 100! Se você não leu esse post, é só clicar aqui e conferir.

Fazer um livro-reportagem em quatro meses foi um desafio e tanto. Tudo bem que meu fichamento já estava pronto, e as pesquisas e entrevistas já haviam sido iniciadas no 7º período, na matéria de Livro-reportagem. Mas mesmo assim o tempo foi bem corrido. É claro que o resultado final sempre pode ser ainda melhor; afinal de contas, há autores que levam anos para concluir uma obra. Mas, no final de todo o processo, fiquei muito feliz com o meu TCC. Olha aí meu filhote:

Brinco que é meu filhote, porque a produção do trabalho final é quase uma gestação, e no final a gente fica feliz demais com nosso "filho" hahaha. Na capa contei com a ajuda do diagramador Alex Maia, e adorei a ideia de misturar a imagem de Langerton com a imagem de uma planta, representando a fitoterapia, um de seus maiores legados. Fiz a impressão em uma gráfica rápida e a finalização do livro, com capa dura, foi feita na Encadernadora Barbosa. Recomendo!

Na construção do livro-reportagem, cada etapa foi essencial para que o trabalho da redação final fluísse com naturalidade: quando se domina o assunto proposto e há conteúdo extenso de pesquisas e entrevistas, escrever se torna um trabalho de encaixar as peças de um imenso quebra-cabeça. É preciso encontrar o ponto certo onde cada entrevista se combina e esse talvez seja o processo que nos exige mais atenção e foco. O resultado que se espera é um texto rico em detalhes e de fácil compreensão ao leitor.

No caso do meu TCC, as entrevistas foram realizadas com pessoas que relataram diferentes experiências e histórias pessoais. Ao final construiu-se a imagem do personagem somando-se cada diferente olhar, com o objetivo de captar a essência de quem foi Langerton sob os mais variados pontos de vista. O resultado é, portanto, a apresentação de um perfil visto por vários olhares que se convergem em um só (vale lembrar que Langerton desencarnou em 2003).

As pesquisas de campo, realizadas em Peirópolis, e a observação participante realizada em alguns momentos, também foram essenciais para uma compreensão mais profunda do que significa o personagem na vida de quem o conheceu. Estar em contato direto com as pessoas, vivenciando a experiência do grupo e realizando pessoalmente as entrevistas, olho no olho, possibilitou uma visão mais ampla e intensa sobre o legado e a importância do trabalho de Langerton, refletido na continuidade das atividades que o imortaliza.

Quanto ao meu público alvo: o trabalho pretende abranger, inicialmente, o público espírita brasileiro, pela relevância da história de Langerton com a religião; mas também optamos por utilizar uma linguagem leve e acessível a todos os leitores, mesmo aqueles que não são espíritas: houve o cuidado de esclarecer os termos e expressões características da religião, para que o livro proporcione uma leitura agradável aos mais diversos públicos sem interferências na compreensão final.

O resultado de todo esse processo, trabalhoso mas muito gratificante, foi ter concluído o TCC com nota 100. Fiquei muito, muito, muito feliz! Agora seguem os próximos passos e quem sabe, em breve, este trabalho renda frutos maiores.

Espero que tenham curtido acompanhar um pouco do meu TCC aqui no blog! Já estou até com saudade das orientações e da correria (nunca pensei que eu fosse sentir isso haha). Agora, contagem regressiva: falta pouco para a colação de grau! o/

<3

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